Escuto dois sons diferentes. O primeiro, de algum animal silvestre, com um incessante mas agradável burburo. O segundo é o som da água. Um riacho, que com seus encontros e desavenças com as rochas cria um das mais doces melodias que se possa escutar.
Atrás de mim, não vejo nada. Nada há. Para que olhar pra trás se o que vejo na frente me fascina, me prende, me leva, me inspira?
Ondulações informes, verdes ondulações. Se assim já é de se espantar, de fazer com que você se admire, imagine como era antes. Florestas com cores muito mais vivas, em um ambiente muito mais harmonioso.
E o que me prende, principalmente, são as montanhas. Não paro de olhar para elas. A primeira coisa que surge em minha mente é "Elevo os olhos para os montes: de onde me virá o socorro?" Slm 121.
Ao cair a noite, o cenário é outro. Simplesmente é fascinente a dona Lua. Não tem como uma pessoa olhar para cima e não admirá-la e contemplá-la. Para mim, especialmente, é uma das coisas mais belas de se ver: um céu repleto de estrelas e uma lua cheia para o preencher.
Em face de todas estas maravilhas, como posso negar? Como pode tudo ser obra de um acaso? Como cada mínimo detalhe, cada pequena definição pode surgir do nada? E eis que vem a resposta: "O meu socorro vem do Senhor, que fez os céus e a terra." Slm 121.
Escuto dois sons diferentes. O animal silvestre continua com seu burburo, e a água permanece com sua doce melodia. De fato, toda a natureza revela o amor de Deus.

Realmente! Lindo texto! Beijos
ResponderExcluirLindo texto. :)
ResponderExcluirEstou seguindo seu blog ,se quiser dar uma olhada no meu.. fique a vontade
http://petalaspretas.blogspot.com/
Abraços..