Na vida existem vários prólogos. É só parar para pensar que você consegue encontrar inúmeros. Contudo, cada prólogo é exclusivo, único e individual. Exemplos? Chuva. Para alguns, chuva é o indício de um dia melancólico, mas ao mesmo tempo feliz, onde se pode ficar sentado no sofá lendo um livro com uma xícara de chá ao lado. Para outros, lembra roupas molhadas, desconforto, alagamentos, aquele ônibus que passou bem em cima da poça justo na hora que você estava passando (que coincidência!) e lhe encharcou todo (a), e por aí vai. Mais um exemplo? Pôr-do-sol de sexta-feira. Para uns, o início do sábado e de um tempo separado para família, amigos, natureza e Deus. Para outros, um escape da rotina do trabalho e o início de outras rotinas quase tão cansativas quanto: festas, mais trabalho (hora-extra), dentre demais acontecimentos.
A verdade é que cada um tem o seu modo de ver as coisas, apesar de elas serem, na essência, uma coisa só. Chuva é um fenômeno meteorológico que consiste na precipitação de gotas d'água no estado líquido sobre a superfície da Terra (valeu tio Aurélio). Já o pôr-do-sol é o indício do fim de um dia e o começo da noite ou de outro dia.
As situações/eventos/objetos podem ter uma só origem, mas são as pessoas que atribuem significado a elas. Um conselho para ser mais feliz? Observe os prólogos. Só que mais otimista.
Um feliz sábado para você!
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